na barriga do monstro

O projeto pretende investigar estéticas do imagético popular infantil, transpondo seus símbolos para uma dimensão experimental. São de interesse para a pesquisa: embalagens de produtos destinados à crianças, imagético colegial, brinquedos, parques de diversão, entre outros. Também buscar símbolos em outras mídias como TV e vídeo. A fixação pela mitologia fantástica relacionada ao universo da criança está em mim devido a uma infância precária que tive e pelos vários medos que sempre tive. Estar na barriga do monstro é como revogar uma nova experiência de ser gestada criança, tendo a visualidade e produção dela como meio de instaurar novas questões e abordagens acerca do tema.

 

Charles Lessa (1993) é artista visual. Vive em Crato, onde trabalha e cursa graduação em Artes Visuais pela Universidade Regional do Cariri (URCA). O fazer artístico é o lugar onde brinca. Cria ficções com a pintura figurativa, os zines e os cadernos. Integrante da crew bixaskipixa fabula personagens, segundo ele, “convulsivamente belas e debochadas”.

Lab. de Artes Visuais

  • 051/Grande Circular
  • Isolamento Compulsório
  • Novas Abordagens Perceptivas do Real
  • Sonho causado pelo voo de uma abelha ao redor de uma romã, um segundo antes de acordar

Lab. de Audiovisual

  • Ocre
  • Estrada Aberta
  • Tempo de matar cachorro
  • Telma
  • Perdido
  • 7 CAIXAS

Lab. de Dança

  • 233 A, 720 Khalos
  • Afrontamento
  • Afrontamento
  • Corpos Embarcados

Lab. de Música

  • Sila Crvs A.O.A
  • Iracema Som Sistema
  • Ode ao Mar Atlântico
  • Orquestra Popular do Nordeste

Lab. de Teatro

  • Caldeirão de água no deserto – realidades e utopias?.
  • DESPEJADAS
  • Nossos Mortos
  • O retorno a Juberlano