Travestis são como plantas

Através de um trabalho que mistura ecologia, desenhos, quadros grafitados, performances, intervenção urbana, acontecimentos, textos e áudios, busca-se um caminho para aprender quais são os fatores químicos, físicos e biológicos que criam um ecossistema saudável para travestis. Transmutando em semente a experiência histórica da travestilidade e observando o crescimento de pés de feijões, que nascem rasgando laudos de transtorno de identidade de gênero, a artista institui um lugar de vida. Criação de ecossistemas efêmeros. Movimento constante de aprendizado com o brotar. Fertilizar o cotidiano urbano. Cantar para os rios de dentro e de fora. Lembrar das que vieram antes mim. Criar uma floresta.

 

Sy Gomes

Corpa travesti, negra, de 20 anos de idade e resistência. É estudante do último semestre do curso de História da Universidade Federal do Ceará. Pesquisadora da multisensorialidade e do processo sinestésico. Dita artista visual. Sy está atualmente dedicada completamente a sua pesquisa chamada “Travestis são como plantas”.

Lab. de Artes Visuais

  • 051/Grande Circular
  • Isolamento Compulsório
  • Novas Abordagens Perceptivas do Real
  • Sonho causado pelo voo de uma abelha ao redor de uma romã, um segundo antes de acordar

Lab. de Audiovisual

  • Ocre
  • Estrada Aberta
  • Tempo de matar cachorro
  • Telma
  • Perdido
  • 7 CAIXAS

Lab. de Dança

  • 233 A, 720 Khalos
  • Afrontamento
  • Afrontamento
  • Corpos Embarcados

Lab. de Música

  • Sila Crvs A.O.A
  • Iracema Som Sistema
  • Ode ao Mar Atlântico
  • Orquestra Popular do Nordeste

Lab. de Teatro

  • Caldeirão de água no deserto – realidades e utopias?.
  • DESPEJADAS
  • Nossos Mortos
  • O retorno a Juberlano